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Eu sobrevivi

Vejamos relatos de pessoas que pegaram Covid e estão aqui para contar a história.





Djly Albertoni Fabro, (29)


“Eu sobrevivi ao Covid, mas tenho certeza que isso não ameniza a dor das mais de 350 mil famílias brasileiras que perderam seus entes queridos pelo Covid.” Djly Albertoni Fabro


“Descobri em 9 de dezembro de 2020.

Primeiros sintomas surgiram um dia anterior, perda de olfato e paladar.

Fiquei 14 dias em isolamento sozinha em uma casa. Durante esse período fui três vezes para a emergência, a primeira vez foi me prescritos medicamentos como: azitromicina, ivermectina e paracetamol caso tivesse febre.

Passando uns dias, fui pela segunda vez na emergência devido à falta de ar extrema e uma dor horrível na região das costas e coração, lá foi constatado através do exame de raio-x que meu pulmão tinha sido comprometido, saturação estava baixa, fiquei um curto período no oxigênio para recuperar e retornei para casa, com medicamento codeína para dor. Como orientado pelo médico, caso não passasse os sintomas em até dois dias eu deveria retornar para a emergência para realizar exames mais aprofundados e a verificar se existia uma tromboembolia pulmonar, sendo assim, pela terceira vez fui encaminhada para o hospital e o exame não foi liberado com agilidade.

Hoje não consigo praticar exercícios físicos por muito tempo. Estou tento queda brusca de cabelo. Olfato e paladar não estão 100%, depende do dia os sabores estão diferentes ou imperceptíveis. Tenho ondas de "calorão" todos os dias e várias vezes.” Depoimento de Djly Albertoni Fabro


Vivian Comin (44)

“Tive covid em 19 agosto de 2020, tosse e dor de cabeça, sintoma de uma sinusite. No dia 22 não conseguia falar de tanta tosse e dor fui ao Hospital. Um médico, como dizer, “despreparado totalmente para a medicina” me " receitou amoxicilina e nimesulida, eu estava com febre 38° e falta de ar mais o "inteligente" não pediu uma tomografia pois se baseou na minha saturação.

Fiz o PCR, onde só saiu o resultado para covid e já estava internada. Em 25 de agosto passei muito mal, sem ar, uma pontada na cabeça, uma aceleração cardíaca e dei entrada na Clinipan Covid Mateus Leme já desmaiada.

Realizaram a tomografia e meus pulmões acusaram 50% comprometidos, minha saturação estava em 78. Internaram na hora, fiquei 10 dias no Hospital.

Tomei azitromicina e tameflur , mais corticóide e remédio para circulação pois deu início de uma trombose, fazia uso de uma máscara de Vni, por umas duas horas, manhã e tarde para ajudar a expandir os pulmões e fazia fisioterapia pulmonar todo dia.

Depois da alta continuei com medicação para a trombose e um xarope para tosse que usei por uns 15 dias ainda, fazia fisioterapia em casa ensinado pelos fisioterapeutas do Hospital Onix.

Sinto ainda falta de ar numa caminhada mais forçada, ou subir escadas já me dá um cansaço. Se fico muito tempo em pé, minhas pernas incham um pouco ainda.

Graças a Deus e orações acompanhada por um médico e equipe de fisioterapia muito competente na medida do possível estou curada.” Depoimento de Vivian Comin




Paulo Rocha (38)

“Em janeiro de 2021 comecei a tossir e da tosse passou para fraqueza, dor no corpo e febre. Fiz o teste de Covid e deu positivo, iniciando o tratamento em casa, com Paracetamol 500 e um xarope.

Fiquei em casa por 14 dias, sem vontade de comer, fraqueza, muita dor no corpo e suando muito. Fui sentir melhoras depois de um mês de tratamento, me alimentando com água, chás, sucos, frutas, verduras e sopas.” Depoimento de Paulo Rocha









Casturina Ribas (70)


“Em janeiro de 2021 comecei a sentir os primeiros sintomas da covid (febre e tosse). A princípio os funcionários do Posto não queriam fazer o teste e tive que ligar para o disque saúde de Curitiba.

Marcaram para o outro dia, fizeram o teste no Posto e deu positivo.

O tratamento foi em casa, pois sou diabética e tenho pressão alta, durante 14 dias tomei Paracetamol 500 e xarope, comi bastante frutas e tomei água, sucos e chás.

Eu tive algumas sequelas e uma delas é que minhas mãos tremem, mas hoje me sinto recuperada.” Depoimento de Casturina Ribas


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